a mente deles é a sua: ver está além da mente!


A verdade é que não sabemos nada. Preste atenção e você verá, nitidamente, que estão todos repetindo o que os outros dizem a respeito de tudo. Assim, da mesma forma, quando pergunto “quem é você?”, imediatamente você repete o que se conhece como resposta para essa pergunta.

O mais crítico é que, se você já me ouviu uma, duas ou duzentas vezes, de certo modo já tem pelo menos um vislumbre de qual seja a “resposta” e, mantendo o estabelecido, você é capaz de apenas repetir o que estou dizendo ao invés de mergulhar no mais fundo de si mesmo.

Porém, eu pergunto: você fica satisfeito em repetir o que estou dizendo? É bonito, é muito bonito, mas nada que possa ser dito se aproxima da beleza de ser quem você é. A fala, as palavras, são um veículo, um agente provocador. Através do veículo, vá em frente! Há muito mais naquilo que não pode ser dito. Esteja atento!

Definitivamente não precisamos mais ser o que vínhamos sendo. Mas a coragem aqui implícita é que você deixe de lado tudo o que foi aprendido e confronte a ideia de quem você seja – consequentemente, tudo o mais.

“Quem sou eu?” é o primeiro confronto. Se você consegue colocar de lado todas as ideias fica muito simples e, uma vez que você acorde para o fundamental, está feito o trabalho. Afinação será necessária, porque é muito novo. Mas ao mesmo tempo você reconhece esta como sendo a sua realidade desde antes de Abraão. Veja! Este é um ótimo momento para VER. 

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