Desde 2000, após a sua autorrealização, Satyaprem compartilha satsang (em sânscrito, “encontro com a Verdade”), que provoca a revelação de quem somos além de qualquer referência conhecida. Nascido no Rio Grande do Sul, Brasil, já no início dos anos 80, teve o seu primeiro contato com o mestre iluminado Osho, de quem recebeu o nome Satyaprem, que significa “Amor pela Verdade”. Estudou Jornalismo, se dedicou à Fotografia, Pintura e Poesia; publicando em 1983 seu primeiro livro – “PA” – no Rio de Janeiro. Por aproximadamente vinte anos, esteve voltado ao trabalho com Terapias e Meditação, atuando no Brasil, Europa e Índia como parte da equipe de terapeutas da Multiversity, da Osho Commune International. Seu trabalho com meditação teve como base o Satori, Awareness Intensive, processo intensivo de autoindagação, baseado na estrutura das Escolas Rinzai Zen Japonesa e aperfeiçoado por Osho com suas meditações.

amor pela

verdade

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Satyaprem realiza retiros de satsang no Brasil, alguns países da América Latina, Estados Unidos e Europa. Atualmente, somam-se em dezessete seus livros publicados. Entre eles, The essential question (A questão essencial) e Tú eres el buda (Você é o buda) ressaltam o desenvolvimento do seu trabalho também fora do Brasil.

Entrevistas

Eu não conhecia Satyaprem quando o levei ao ‘Provocações’, para ser entrevistado por Antônio Abujamra. Sabia dele por alto e, por alto, apoiado em alguma pesquisa, acreditei que pudéssemos, Abu e eu, satisfazer nossa necessidade de ter em nosso programa ideias pontuais e não acadêmicas sobre a vida, o mundo, as pessoas e as coisas. Acertei. Lembro-me dos olhos de Abujamra plenos de satisfação ao fim da conversa. A nós, que passamos anos mergulhados na literatura, aquele encontro com o entrevistado falou obras inteiras de Clarice Lispector, peças de Friedrich Dürrenmmatt, poemas de Fernando Pessoa e mais coisas que essas obras, nem elas, foram capazes de alcançar.

Gregório Bacic,

O Silêncio preenche, o fogo toma conta, quem escreve é mudo, sem gestos, sem palavras, sem mãos.

O que habita é nada, é a gota que contém o oceano sem dar-se conta.

Muito amor.

Sundari,
Novo Hamburgo/RS

Eu dancei tudo que eu tinha para dançar.

(O dia em que larguei a minha boia de salvação – Nirava e continuei a afundar mdentro de mim mesmo.)

Prabhodi,
Rio de Janeiro/RJ

Leela In

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Pare um pouco. Stop! Não assuma que o mundo sabe quem você é. Ele não sabe. O mundo quer que você seja o que ele demanda. Está na hora de você dizer para o mundo quem é você. “Satyaprem”