a brisa do agora

Satsang propõe um corte com o conhecido. Tem certeza de que é isso que quer? Na verdade, você deve deixar de querer, porque aquele que quer é exatamente aquele que não pode conseguir. Estamos aqui, portanto, para ressaltar que aquilo que você é já sabe de si – você não precisa se tornar o que […]

ecologia do silêncio: você é a árvore

Se lhe fossem roubados todos os objetos de adoração, de identificação, todos os seus importantíssimos afazeres, você suportaria? Como é ser você? Você gosta da sua companhia? Desde um certo ponto de aceitação, qualquer ação é satisfatória. A satisfação não depende da ação, é você que qualifica o que quer que seja, e não as […]

consciência na prática

A paz subjaz, mas você é incapaz de vê-la, porque vê o que quer e não aquilo que está ocorrendo; vê o que a mente decide que deve ser visto. Atento, você nota o que gera desconforto – e ele não provém do evento em si, mas sempre dos comentários que a mente tem a […]

o simples, antes de tudo

Perca as esperanças e descomprometa-se com a mentira. É legítimo não estar comprometido com o que não existe; loucura é ter compromisso com o temporário, com o que não tem permanência. Observe como é fácil equacionar isso. Não há nada errado em desrespeitar o irreal e buscar a realidade com coerência e respeito total. O […]

outros quinhentos: no silêncio não há objeto

Este momento histórico é brilhante! Estamos sendo levados à necessidade de nos tornarmos absolutamente livres de qualquer condição e assumirmos a nossa inteligência intrínseca. As circunstâncias estão nos forçando a conferir e realizarmos aquilo que é inerentemente nosso. Nesse sentido, podemos dizer que acordar está mais disponível. No entanto, manter-se desperto são outros quinhentos, exige […]

zen solitude

O Zen propõe perguntas que inquietam a fim de que você descubra a verdadeira quietude. E quietude não é o resultado de algum fazer, é um campo onde todos os ruídos ocorrem. Desde uma perspectiva “findemundiana”: quantas vezes você tomou uma cachaça por causa da solidão, sem se dar conta da companhia, da presença da […]

acordar é a revelação de que não há você

Quando se dá conta de que o ver é impessoal, você começa a perceber que o que acontece com o corpo, na vida, no dia a dia, é realmente uma expressão daquilo que você é. A partir daí, se torna muito mais importante esse ver do que, necessariamente, qualquer fazer. O que quer que seja […]

sofrimento é caricatura

Há um condicionamento maniqueísta dentro desse ambiente chamado mente que, volta e meia, tenta remover aquilo que lhe é indesejável. Ao contrário, satsang nos revela que tudo – absolutamente tudo – é bem-vindo. Porque olhando com o olhar do Ser, não há diferença, não há separação. Tudo aquilo que acontece, acontece em você e é […]

aquilo que vê não pode ser visto

Existe um aspecto da periferia que vem a ser muito pertinente. Você registra a si mesmo pelo que vê, mas em Satsang a proposta é que você comece a descobrir que você não é aquilo que você vê. Para nos darmos conta disso, usamos uma matemática muito simples. Veja se você acompanha: você está me […]

o sono do boi e a canção do silêncio

Você insiste em se relacionar com o seu pequeno ser, tentando melhorá-lo, seguindo a tese psicanalítica de que quando compreender toda a inconsciência do seu pequeno ser, vai se tornar mais consciente. Essa é uma história para boi dormir. Com a firme decisão de ver o que está sendo apontado, você troca uma coisa pela […]